Pular para o conteúdo principal

BOMBEIROS PEDEM SOCORRO

Agora somos nós, Bombeiros Militares, que pedimos socorro através deste canal de comunicação do BLOG DO HAMILTON SILVA. Estamos levando a você cidadão a informação que querem sacrificar ainda mais os Bombeiros Militares do Brasil.
Nós Bombeiros militares que estamos 24 horas por dia, 7 dias por semana, 30 dias por mês, 365 dias por ano, em prontidão para levar um serviço de qualidade a todos que nos acionam em momentos difíceis, pedimos a sua ajuda para retirar o art. 42 do Projeto de Emenda Constitucional 287 de 2016, denominada PEC 287. Essa alteração inseriu erradamente os Bombeiros Militares Estaduais.
A PEC 287 busca uma reforma na previdência, mas querem estender a uma corporação várias perdas não aplicadas aos militares, que já não tem muitos direitos, pois dos 34 direitos trabalhistas os Bombeiros Militares possuem apenas 6 destes direitos. Ressaltamos que durante a carreira, 63% dos bombeiros têm ou terão câncer devido ao contato com substâncias tóxicas, conforme estudo do San Francisco Firefighters Cancer Prevention Foundation.
De acordo com estudos, depois de 30 anos de serviço nos bombeiros militares vivemos no máximo 4,7 anos de vida; Vale mencionar também que os Bombeiros Militares com mais de 10 anos de serviço já tiveram algum nível de contato com secreções em ocorrências, e que muitos adquiriram doenças. Em 30 anos um socorrista pode ter visto mais de 1000 mortes e geralmente mais de 70% dos bombeiros vão para a reserva remunerada com dificuldades psicológicas/psiquiátricas.
Para tentar combater essa injustiça nos Bombeiros Militares Estaduais do Brasil, criamos o portal “Bombeiros Pedem Socorro”, com o intuito de conseguir o seu apoio que tanto admira nosso serviço diariamente.
Por misericórdia nos ajude e assine a petição em apoio aos Bombeiros Militares.
   
       Para assinar CLIQUE AQUI
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

TAGUATINGA ESTÁ COM 12OO VAGAS EM SEIS CURSOS

Com o objetivo de apoiar o trabalho de lideranças comunitárias, a Administração Regional de Taguatinga, tem o programa Escola da Comunidade, um espaço voltado para a promoção de cursos e palestras para zeladores, porteiros, síndicos, prefeitos comunitários e membros de associações de moradores. A Escola da Comunidade está com inscrições abertas para cursos de formação em cursos de formação de prefeito comunitário, síndico profissional, direito condominial, engenharia condominial, agente de portaria e primeiros socorros.


Andréa Serra, uma ex-aluna do curso de formação para síndicos, aprovou a iniciativa da escola e hoje usa o que aprendeu na gestão de seu condomínio. “Com as palestras de direito e dos engenheiros pude saber mais sobre legislação e engenharia, o que eu estou aplicando em meu condomínio”. O administrador de Taguatinga, Ricardo Lustosa Jacobina afirma que a iniciativa é um programa de sucesso da administração de Taguatinga. “A Escola da Comunidade é uma conquista de toda a p…

O SERVIDOR QUE ESPERA AUMENTO EM OUTUBRO "PODE TIRAR O CAVALINHO DACHUVA"

Escrevo este post com a profunda vontade de estar errado, todavia não sou tão otimista assim. A categoria funcional vinculada ao Governo Do Distrito Federal deverá ter uma visão de águia e planejar qualitativamente suas finanças nos próximos meses. Todos nós temos uma tendência em contar com o "ovo dentro da galinha" e realizar despesas ou pagar dívidas com créditos a receber.
O GDF tem se lastreado e se calçado por uma única linha de defesa e planejamento de governança, a Lei de Responsabilidade Fiscal. Não há outra ação propositiva concreta de desenvolvimento econômico para a capital. A "muleta" utilizada só é esquecida quando o governo anterior, o de Agnelo, se sobre põe ao atual na ingerência econômica social.
Vivemos uma crise, nisso não há novidade. Vivemos uma caos não há novidade alguma nisso. A novidade é na desculpa utilizada para justificar ações sem prumo. Falar que arrecadação não tem suprido as expectativas já não justifica o intenso e sistemático discu…

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça.
Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as jazidas de minério de…