quarta-feira, 19 de abril de 2017

O QUE OS VIDEOS REVELAM ALÉM DO QUE JÁ SABEMOS

FOTO: HAMILTON SILVA

  • A CRISE MORAL REVELA UMA FALTA TOTAL DE MORAL;
  • COMPETÊNCIA E EXCELÊNCIA DOS EXECUTIVOS BRASILEIROS NO TRATO DOS INTERESSES PARTICULARES
  • REVELA O GRAU DE PERICULOSIDADE DESSES EXECUTIVOS E DAS AUTORIDADES DELATADAS;
  • A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ESTAVA VINCULADAS APENAS AO GRAU DE "AMIZADE";
  • A CULTURA DO "JEITINHO" SE INSTITUCIONALIZOU;
  • OS BENEFICIOS E O PREJUÍZO TINHA UM ENDEREÇO CERTO;
  • O TEMPO DE DEPURAÇÃO VAI DEMORAR MAIS DO QUE IMAGINAMOS


BRB DIVULGA CALENDÁRIO DO CURSO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA

O Banco de Brasília divulga as datas das próximas turmas para o curso de educação financeira. Serão realizados dois cursos, um em maio e outro em julho, conforme cronograma abaixo:
 
 
Ambos são abertos à população e oferecidos de forma gratuita. É necessário, apenas, que os interessados enviem e-mail para o endereço educafin@brb.com.br, informando o nome completo, telefone e e-mail de contato. A confirmação da inscrição também será efetuada via e-mail.
 
Cada curso tem duração de três dias e ocorre no intervalo das 18h45 às 21h45, na Gerência de Desenvolvimento de Pessoas da Instituição, na 410/411 Sul – Sobreloja da Agência L2 Sul. Ao fim do curso, todos recebem um certificado de participação.
 
Ricardo Emmanuel, um dos instrutores de educação financeira do BRB, explica que os cursos convergem para os três pontos principais da Educação Financeira: endividamento, planejamento e investimento. “Durante as apresentações, buscamos explicar primeiramente aos participantes que muitas atitudes que acreditamos estarem corretas sobre o uso do dinheiro, nascem de uma relação de pouco conhecimento e, muitas vezes, acabam prejudicando as finanças pessoais”, ressaltou.
 
Ricardo coloca, ainda, que durante os encontros são apresentadas ferramentas que auxiliam no processo de reeducação financeira e orientações sobre como elaborar um planejamento financeiro. De forma geral, o curso engloba os seguintes temas:
 
  • Entendendo os aspectos comportamentais relacionados ao dinheiro.
  • Trabalhando os aspectos comportamentais que apoiam o compromisso para os resultados financeiros desejados.
  • Compreendendo minha situação financeira atual.
  • Planejamento Financeiro -  Onde quero chegar?
  • Investimento Financeiro – Projetando o futuro.
 
O Projeto
O projeto de educação financeira do BRB teve início em 2011 e, desde então, mais de 23 mil pessoas já participaram dos treinamentos. Alene Araújo já participou do curso e conta o que mais lhe ajudou na prática com as finanças pessoais: “Para mim, o maior desafio do curso foi entender que eu não estava preparada para cuidar das minhas finanças. Durante as aulas, aprendi dicas para lidar melhor com o dinheiro e as melhores maneiras de poupar e de investir, implantando mudanças nos meus hábitos de gastos. Hoje, já consigo colocar em prática alguns dos métodos apresentados, evitando gastos desnecessários”.
 
Novidades
A gerente de desenvolvimento de pessoas do BRB, Karoline Vieira da Cunha, adianta que está em desenvolvimento um novo projeto que atenderá a 6ª série da rede pública de algumas regiões administrativas do Distrito Federal.
 
“Este projeto está sendo estruturado em conjunto com a área de marketing do Banco e em parceria com a Secretaria de Educação do DF. Ele conta também com o auxílio da área de sustentabilidade do BRB, que em parceria com o Portal Brasília Cidadão, da Casa Civil, estará recrutando voluntários para participarem da proposta. O projeto envolverá palestras, distribuição de cofrinhos e de livros educativos, além do desenvolvimento de um jogo educativo virtual com esta temática. A ideia é ensinar essas crianças, desde a infância, sobre a importância de se ter uma educação financeira. Com isso, esperamos contribuir com a formação de adultos mais conscientes financeiramente”, finalizou.
 
Mais informações
E-mail: aimprensa@brb.com.br
Assessoria de Comunicação
Telefone: 3412-8474 (Márcia Macedo)
                 3412-8534 (Lorena Martins)
 


 

terça-feira, 18 de abril de 2017

EVENTO DO SECOVI PROMETE

FOTO: SECOVI-DF

O Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF) convida as imobiliárias e os corretores de imóveis a participarem no próximo dia 19/04 (quarta-feira), às 08h30, da III Mesa Redonda sobre os "Cenários e Tendências do Setor Imobiliário".

A III Mesa Redonda Secovi irá discutir como estão as condições econômicas atuais do Brasil e a sua relação com o setor imobiliário, como o possível aumento de vendas e a melhora na rentabilidade de quem aluga imóveis. O professor Roberto Ellery, diretor da Faculdade de Economia da Universidade de Brasília (UnB), participará do debate esclarecendo as dúvidas do empresariado sobre as tendências do mercado imobiliário para 2017.

Durante o evento, será entregue o Selo Secovi às primeiras imobiliárias certificadas pelo Sindicato em 2017. O Selo certifica as empresas que estão dentro dos padrões legais e éticos.  Além disso, será lançado o Anuário da Conjuntura Imobiliária de 2016 com os dados do setor em todo o Distrito Federal.

A III Mesa Redonda Secovi acontecerá no auditório da Confederação Nacional do Comércio (CNC) - Setor Bancário Norte, Quadra 01, Bloco B, 18º andar, em Brasília/DF.
Não perca esta oportunidade clique aqui e confirme a sua presença.

COMO RECUPERAR O CRÉDITO NA ATUAL CRISE

foto: divulgação

Estamos enfrentando a maior crise econômico-financeira de todos os tempos. Historicamente, nós, brasileiros, já passamos por inúmeras dificuldades no panorama financeiro e econômico do país. Podemos citar desde a época da ditadura (anos 70 e 80), planos Cruzado, Bresser, e outros, que afundaram logo no início, vazando água e levando a todos ao naufrágio. Porém, sempre, brasileiros como somos, encontrou-se solução e reação, até que rápida.

Em todos estes acidentes de percurso, sempre se destacou a inadimplência das empresas e da população, crescimento nos índices do então pedidos de concordatas, hoje recuperação judicial, falências, negativações, protestos entre outros meios de o credor buscar liquidez de seus créditos e dos devedores tentarem buscar guarida na lei e tentarem uma recuperação.

Ocorre que, historicamente, um baixo índice de empresas que se socorreram da então concordata e hoje recuperação judicial, se ergueram e retomaram suas atividades e reconquistaram a confiança do consumidor ou das empresas que utilizavam seus produtos finais.

Quantas empresas eram gigantes do ramo que atuavam e de repente transformaram-se em massa falida.

Daí vem a pergunta: Você pequeno, médio ou grande empresário, quais as medidas que está utilizando para recuperar seus créditos? Qual a saúde de suas contas a receber? Qual a saúde de seu fluxo de caixa com base nos recebimentos que possui?

Muitas vezes assistimos empresários dizerem que “eu diluo minhas vendas e evito concentração de valores elevados ou significativos por ticket de venda”.

Este empresário certamente possui diluição de seu faturamento em um ticket médio de R$ 2.000,00 (dois mil reais) por exemplo, em relação a um faturamento de R$ 500.000,00.

Excelente, possui várias cestas e vários ovos, portanto, caso derrube uma cesta, além de salvar alguns ovos, outra grande parte dos ovos estão em outras cestas.

Porém, ele esquece de um detalhe: “quebram-se ovos”, e na medida que o tempo passa, este empresário começa a ter um montante de devedores de pequeno valor acumulando. Muitas vezes o empresário não dá conta que a soma destes valores resulta em um valor elevado, que é comum chegar a 50% até 90% do faturamento bruto mensal da empresa. Assistimos casos extremos que superava quase o dobro de um faturamento mensal.

Enquanto a empresa vai bem e o mercado responde, ela vai absorvendo esta perda com o giro de suas vendas e com seu capital de giro fictício, pois na verdade, a inadimplência acaba sendo mascarada com o giro das vendas, porém, corroendo a saúde da empresa.

Basta o mercado dar uma pequena parada, as pedaladas reduzem a velocidade, e assim, inicia-se o caos do empresário, não consegue mais administrar seu caixa em razão de suas necessidades, pois, na verdade, ele (empresário) estava alavancado em crédito junto aos seus fornecedores e bancos, necessitando assim, criar a cada dia, um volume de vendas que lhe capacitasse emitir títulos (recebíveis) e negociar junto aos bancos. Em resumo, dá-se o início a pior fase, a falta de recursos para pelo menos sustentar as despesas fixas.

Quando o empresário entra nesta roda viva, tenta buscar dinheiro por todos os cantos, e daí ele lembra que possui “créditos podres” em sua carteira das contas a receber.

Vem o enorme desejo de realizar as cobranças dos inadimplentes.

Porém, ele não percebe que lembrou disto muito tarde, pois a cobrança desses recebíveis demandarão tempo e dinheiro, afinal, para mover a máquina do judiciário deve ser recolhido custas judiciais bem como outras despesas.

Assim, deve sempre o empresário (credor) estar alerta com as suas contas a receber, mantendo constante atividade de cobrança e decisão rápida de eventual ajuizamento de ação judicial, valendo assim o ditado popular “quem chega primeiro bebe agua fresca”.

Em janeiro de 2017 a Serasa Experian publicou um estudo apontando que no ano de 2016 foram registrados 1863 pedidos de recuperação judicial, ou seja, 44,8% maior do que em 2015.

O que na verdade motivou estas recuperações judiciais? Certamente, caso pudéssemos analisar com profundidade, verificaríamos que grande parte justificou o pedido com base em elevado índice de juros, inadimplência de seus clientes, alta na taxa do dólar.

Certamente, caso estes empresários adotassem como medida preventiva uma análise mais detalhada dos créditos concedidos, os sintomas dos clientes inadimplentes, prática de cobrança mais ativa, teriam tido um outro resultado, que certamente influenciaria diretamente nos outros fatores que são a alta de juros e variação cambial.

Não se pode esquecer que crédito bancário alavancado sobre recebíveis (contas a receber – duplicatas), a falta de pagamento por parte do sacado (cliente que comprou), o banco cobrará juros punitivos pelo não pagamento pontual, transformando a dívida inicial em outra muito maior. A alta da variação cambial não pode ser um “bicho papão”, pois caso o empresário adotasse medidas preventivas, trabalharia com preços mais realistas e com margem operacional, porém, em razão da necessidade de caixa, acaba vendendo com menor margem, as vezes até com margem negativa, para poder alimentar o banco em razão de inadimplência dos clientes que vendeu, pois, os títulos não liquidados provocaram o banco a cobrar juros punitivos exorbitante.

Em matéria recente, a Serasa Experian aponta que hoje existem 4,9 milhões de CNPJ´s com dívidas em atraso (janeiro de 2017), sendo que 32,1% em São Paulo, 11,2% em Minas Gerais e 8,1% no Rio de Janeiro. Aponta ainda que o valor das contas em aberto soma 112,7 bilhões de reais e com um valor médio de R$ 23 mil por empresa. Isto significa que em relação a março de 2015 houve um crescimento de 29%.

Portanto, simplesmente o empresário deve buscar a recuperação de seus créditos de maneira ativa, constante e rápida, optando por ajuizar as ações competentes assim que sentir que amigavelmente não obterá resultado em suas cobranças. Deve ainda, tentar flexibilizar ao máximo a forma de receber, por meio de documentos hábeis que lhe permita, na eventualidade do descumprimento por parte de seu devedor, agir rapidamente junto ao judiciário.

Não se esqueçam, o poder judiciário deve seguir os ritos processuais, portanto, são morosos certos cumprimentos, razão pela qual, orientamos que busquem sempre assessoria jurídica que atuem nesta modalidade do direito.

Os créditos que não consegue recuperar são diretamente ligados à sua falta de caixa que por sua vez diretamente ligados a sua necessidade de buscar mais credito bancário, que por sua vez lhe consome boa parte de seus resultados pela alta dos juros, que por sua vez, acaba criando uma bola de neve que muitas vezes vai lhe espremer.

*Paulo Eduardo Akiyama é formado em economia e em direito 1984. É palestrante, autor de artigos, sócio do escritório Akiyama Advogados Associados, atua com ênfase no direito empresarial e direito de família.

Por: Image Comunicação

sexta-feira, 14 de abril de 2017

INFLAÇÃO NEGATIVA NO DF POR DOIS MESES CONSECUTIVOS

foto: internet -Blog do Hamilton Silva
Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) contabilizou deflação de 0,02% em março. O número foi divulgado nesta quarta-feira (12) pela Codeplan
A taxa inflacionária medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou em março uma variação negativa de 0,02%. Esse é o segundo mês consecutivo com deflação em Brasília. Em fevereiro, o número foi de -0,03%.
Os dados levantados em 13 capitais pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e analisados pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), foram divulgados nesta quarta-feira (12), na sede da empresa pública.
Segundo o balanço, o porcentual registrado em março no Distrito Federal foi menor do que a média nacional, que fechou o mês com 0,25%. Os setores que apresentaram deflação foram artigos de transporte (-1,94%), comunicação (-0,49%), artigos de residência (-0,33) e alimentação e bebidas (-0,03%).

Em contrapartida, a maior alta se deu nos grupos: vestuário (1,52%), habitação (1,13%), saúde e cuidados pessoais (0,68%), despesas pessoais (0,44%) e educação (0,24%).
De acordo com a pesquisa, o aumento no setor de vestuário se deu pela mudança de estação, cujo efeito é sazonal. A alta também foi impactada com a grande procura de roupas masculinas, item que fechou o mês com inflação de 3,44%, seguido de calçados e acessórios (1,6%) e joias e bijuterias (1,09%).
Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) apresentou alta de 0,25% em março de 2017, mesmo percentual observado no mês anterior. Em relação ao Brasil, o resultado de Brasília ficou 0,01 ponto percentual abaixo da variação medida (de 0,24%).
Ceasa apontou alta nos hortifrutigranjeiros
Índice Ceasa do Distrito Federal (ICDF) também foi apresentado pelas Centrais de Abastecimento do DF (Ceasa-DF) nesta quarta-feira. De acordo com a pesquisa, houve um aumento de 4,17% nos produtos de hortifrutigranjeiros em relação a março.
A maior alta foi no setor de verduras, que registrou variação mensal de 13,8%. O aumento foi causado pela baixa incidência de chuvas, o que afetou a produção do espinafre (30,14%), brócolis (18,26%) e alface lise/crespa (10,96%).
Os legumes subiram 9,68%, com destaque para o tomate (55,20%) e a beterraba (52,17%). Os ovos e grãos apresentaram taxa de 4,55%. As frutas subiram 2,12%.
Acesse a íntegra do IPCA e do INPC de março de 2017 em Brasília.

DISTRITAIS APROVAM CRÉDITO DE 285 MILHÕES PARA O GDF

foto: Internet

A sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal desta quarta-feira (12) foi marcada por um clima tenso. Em meio a vaias de policiais civis, que pressionavam da galeria do plenário pela continuidade da obstrução aos projetos do governo, e disputas entre parlamentares, o projeto de lei nº 1.418/2017, do Executivo, foi colocado em votação. Deputados contrários à votação do PL, que abre crédito adicional ao Orçamento do DF no valor de R$ 285,1 milhões, chegaram a se retirar do plenário, mas a proposta acabou sendo aprovada com 15 votos favoráveis e apenas dois contrários.
Os recursos previstos serão destinados para a contratação de consultoria e auditorias para a Secretaria de Mobilidade, a manutenção do equilíbrio financeiro do sistema de transporte coletivo, a manutenção de bens imóveis do GDF, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), entre outras ações. O mesmo projeto tinha sido colocado em votação na sessão desta terça-feira (11), mas não foi apreciado porque deputados em obstrução retiraram o quórum. Foram derrubados ontem, no entanto, dez vetos do Executivo a projetos de parlamentares.
Os recursos previstos na proposta são provenientes da reserva de contingência e derivam de vetos à Lei Orçamentária Anual. No centro da discussão, a emenda apresentada pelo deputado Wasny de Roure (PT) e aprovada pelo plenário da Casa no final de 2016, em favor da Polícia Civil.
Alguns distritais defendem que esse projeto do governo pode comprometer os recursos da emenda destinada aos policiais, mas outros, como o deputado Agaciel Maia (PR), argumentam que R$ 48 milhões estão mantidos. "O projeto está sendo deturpado. As emendas da Polícia Civil e da Polícia Militar estão mantidas", garantiu.
Por outro lado, Cláudio Abrantes (Rede) questionou o quanto da emenda aprovada será, de fato, preservado. "Estavam destinados R$ 248 milhões, agora parece que estão ficando apenas R$ 48 milhões. A emenda não está sendo mantida em sua integralidade, e isso não é falácia", disse. E completou: "Essa emenda nem precisaria existir se o governo tivesse negociado com a categoria há um ano".
Para o deputado Wasny de Roure (PT), único de sua bancada contrário ao PL, o projeto faz parte de um "jogo político" imposto pelo governo. Já o deputado Raimundo Ribeiro (PPS) defendeu o compromisso de obstrução da pauta e disse que a Câmara está sendo "submissa e subserviente" ao Buriti.
Resposta - O deputado Cláudio Abrantes fez questão de se manifestar na sessão desta tarde sobre a exoneração de servidores indicados por ele para o Executivo. Segundo contou, ontem à noite, após ter continuado em obstrução - em apoio aos policiais civis, que lutam há um ano pela paridade com a Polícia Federal - ele foi surpreendido com a exoneração de quatro pessoas que havia indicado para o governo. "Tenho mais sete lá, se quiser exonerar. Não vou abaixar a cabeça, não faço política por cargos", disparou.
Abrantes contou com a solidariedade do deputado Wellington Luiz (PMDB), que afirmou: "Se faz política com dignidade e com honra e, não, com retaliações".
Denise Caputo - Coordenadoria de Comunicação Social

PÁSCOA AMARGA: PRODUTOS PODEM ATINGIR ATÉ 54% EM TRIBUTOS NESTE FERIADO



Os contribuintes que pretendem aproveitar o feriado de páscoa devem preparar o bolso, devido as altas taxas tributárias embutidas nesses itens. As maiores alíquotas aparecem nos vinhos, que têm 54,73% de tributos, seguidos do bacalhau, com 43,78%, e da colomba pascal, com 38,68%, segundo o estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação- IBPT.

Para quem gosta de presentear amigos e familiares, o ovo de Páscoa, possui com uma carga amarga de tributos, pois 38,53% do seu valor já tem destino certo, os cofres públicos.  Mesmo aqueles que pretendem economizar, um fato é certo, não existe escapatória: se a opção for comprar uma caixa de bombons, a carga tributária é de 37,61%; no caso do chocolate em barra, os encargos são de 38,60%. 

Ou ainda se a família se reunir para comemorar a data em um restaurante, terá uma companhia especial, o Leão, que está faminto e também se sentará à mesa do almoço de Páscoa para abocanhar 32,31% em tributos.

O presidente do IBPT, João Eloi Olenike, continua orientando os contribuintes a pesquisarem os preços, para economizar e minimizar um pouco os tributos que pesam no seu bolso. “Infelizmente, o peso excessivo dos tributos sobre o consumo ainda é um fator que impede que os brasileiros de todas as faixas econômicas consumam mais nas festas tradicionais e no dia a dia” afirma. 


Por: De León Comunicações